quinta-feira, 1 de outubro de 2026
quarta-feira, 30 de setembro de 2026
terça-feira, 29 de setembro de 2026
domingo, 27 de setembro de 2026
Dia do Catequista
O Dia do Catequista é celebrado no último domingo de agosto, homenageando aqueles que dedicam sua vida à catequese e à formação na fé.
Data e Origem
No Brasil, o Dia do Catequista é comemorado anualmente no último domingo de agosto, coincidindo com o final do mês vocacional, dedicado a reconhecer todas as vocações na Igreja. A data foi instituída pela Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) e, em alguns estados, como o Paraná, já integra o calendário oficial de eventos. A escolha da data também se relaciona com a homenagem a São João Batista, patrono dos catequistas, que preparava o caminho para Jesus.
Significado e Vocação
Ser catequista vai além de ensinar conteúdos religiosos; é uma vocação e missão que nasce do chamado de Deus para educar e formar discípulos de Cristo. O catequista atua como educador da fé, testemunhando o Evangelho com palavras e ações, promovendo a espiritualidade, a oração e a vivência comunitária. A missão envolve acompanhar crianças, jovens e adultos na iniciação cristã, ajudando-os a desenvolver uma relação pessoal com Deus.
Importância na Igreja e na Sociedade
Os catequistas desempenham papel fundamental na formação espiritual e moral da comunidade, ajudando a construir cidadãos conscientes e comprometidos com valores cristãos como solidariedade, justiça e respeito. Eles são instrumentos do Espírito Santo, promovendo a evangelização e fortalecendo a fé nas comunidades, sendo presença profética e sinal de esperança.
Reflexão e Agradecimento
O Dia do Catequista é também um momento de reconhecimento e gratidão, incentivando a oração pelos catequistas e a reflexão sobre sua missão contínua na Igreja. É uma oportunidade para renovar o compromisso com a catequese e valorizar aqueles que, com generosidade, semeiam a Palavra de Deus.
(Fontes: CNBB / ACI Digital / Escola de Catequistas / Só Escola / Catequese Católica / Blog da Catequese )
quinta-feira, 10 de setembro de 2026
terça-feira, 8 de setembro de 2026
domingo, 16 de agosto de 2026
terça-feira, 11 de agosto de 2026
Onde mora Deus?
Onde mora Deus? Essa é uma das primeiras perguntas que as crianças fazem. É, também, uma dúvida que atormenta muitos adultos.
Deus tem muitas moradas.
Ele mora debaixo do viaduto em que vive um "sem teto"; nas famílias da regiões em guerra que foram obrigadas a deixar o lar, a cidade e o país; na África, nas regiões onde as brigas tribais se perpetuam; na casa que você habita, e nela Ele tem vários nomes: mãe, pai, Luiz, Renata, vovó e etc; mora na escola e senta-se ao seu lado; Ele viaja no seu ônibus. Ele mora na mensagem eletrônica que você recebeu, pedindo uma palavra de apoio; na casa do vizinho que perdeu um filho querido; no drogado que passa por você com olhar vazio; na pessoa depressiva que você não consegue atingir com sua palavra; na criança órfã que ninguém quer adotar.
Deus mora no doente esquecido numa cama; na comunidade paroquial, onde as necessidades se multiplicam e os voluntários são insuficientes; Ele também vive na China, onde poucos conhecem o nome de Seu Filho. Deus mora na criança que lhe sorri; na jovem que canta, cheia de alegria; no pai que, ao terminar o trabalho, caminha para chegar logo em casa; mora na comunidade de uma ilha do pacífico, que se reúne aos domingos para participar da santa Missa.
Deus mora nos arredores de Moscou, de Londres, de Brasília, do Cairo e de tantas outras cidades onde há alguém que espera ser amado e confortado; mora em seu coração e na capela que você viu na semana passada, numa rua da periferia; mora em sua Palavra e nas estrelas do céu; nos sacramentos e no rosto do desconhecido que caminha a seu lado.
"Onde mora Deus?" Esta pergunta sempre voltava ao coração de um homem que não se cansava de dizer: "Senhor, desejo te ver! Mostra-me a tua face!" Diante da súplica, Deus decidiu atendê-lo: "Amanhã, na praia que fica perto da tua casa, tu me verás!"
No dia seguinte, o homem se pôs a caminho. Sua alegria era imensa. Iria, finalmente, realizar seu antigo desejo!
Dados os primeiros passos, encontrou-se com uma vizinha que o saudou, desejando lhe falar da filha que retornara a casa. Pensando na experiência que teria, o homem seguiu adiante. Depois, viu um desconhecido ao lado de um carro. O pneu precisava ser trocado, mas como? Faltava-lhe o "macaco". O pedido de ajuda recebeu uma resposta seca: "Hoje não dá! Tenho um compromisso muito importante!" Andou mais um pouco e se viu diante de um novo problema ("Por que tudo acontece justamente hoje?"): uma criança caíra da bicicleta e chorava. "Não deve ser grande coisa!" Desculpou-se e foi adiante.
Finalmente chegou à praia. O tempo passou, e nada. Será que se enganara? Será que não entendera onde seria o local do encontro? Ao fim do dia, concluiu: "Acho que sonhei. Não haverá encontro algum". E voltou para casa, desanimado e triste.
A noite, na oração, falou ao Senhor: "Sabe, pensei que te encontraria na praia. Vi que me enganei". Sentiu, então, no coração, a resposta do Senhor: "Não te enganaste! Eu fui ao teu encontro. Tu é que não me viste. Lembra da vizinha que queria conversar? Do dono do carro que precisava de ajuda? Da criança caída? Eu estava neles, à tua espera. Mas, estavas tão preocupado contigo mesmo, tão fechado em teus próprios interesses, que não foste capaz de perceber a minha presença, nem de ver o meu rosto nos vários momentos que eu escolhi para me manifestar a ti..."
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(Fonte: Revista Brasil Cristão - Agosto 2014
Texto: D. Murilo Krieger, scj, Arcebispo Emérito de São Salvador da Bahia, Primaz do Brasil)
segunda-feira, 10 de agosto de 2026
Jesus ouve a nossa Oração
A oração dirigida a Jesus é ouvida por Ele já durante seu ministério. Quer seja na cura das enfermidades, quer seja na remissão dos pecados, Jesus responde sempre à oração que implora com fé: "Vai em paz, tua fé te salvou!"
Mas Deus sempre ouve as nossas orações? Jesus disse: "Tudo o que pedirdes com fé na oração, vós o alcançareis" (Mt 21, 22). No entanto essa afirmação parece um tanto inadequada, visto que nem tudo o que se pede a Deus, Ele concede. Mas, diante da oração, Deus sempre diz sim. Algumas vezes Ele diz: "Sim, já!" e a graça acontece logo. Outras vezes, diz: "Sim, mas não agora! Vou lhe dar no tempo certo." Em outra oportunidade, diz: "Sim, mas não o que você pede. Vou lhe dar algo melhor, porque o que você está pedindo não é bom, vai te prejudicar." Deus concede aquilo que é necessário para a pessoa, talvez não exatamente o que ela está pedindo.
Não existe oração "Fraca". A oração e sempre "poderosa", porque ela significa relacionamento com Deus que é todo poderoso. No entanto, a eficácia da oração depende do estado de espírito da pessoa que reza, da fé que ela tem em Deus e da confiança na Providência Divina.
(Padre Francisco Sehnem, scj)
domingo, 9 de agosto de 2026
domingo, 2 de agosto de 2026
Perdão de Assis
O que é o Perdão de Assis ou Indulgência Plenária da Porciúncula?
É a indulgência plenária concedida pela Igreja aos fieis que, arrependidos e cumprindo as condições estabelecidas, desejam experimentar a infinita misericórdia de Deus. Essa graça nasceu do profundo amor de São Francisco pelas almas.
Como surgiu?
Em 1216, enquanto rezava na Capela da Porciúncula, São Francisco teve uma visão de Jesus Cristo e da Virgem Maria e pediu para que todos que visitassem aquela igreja verdadeiramente convertidos, recebessem o perdão pleno de seus pecados. Nosso Senhor atendeu ao pedido, mas sob a condição de que o santo fosse até o Papa e solicitasse a ele esse favor tão desejado. O então, Papa Honório III, o concedeu. Seu pedido foi aprovado e, até hoje, essa graça continua sendo oferecida.
Foi um enorme presente obtido por São Francisco para as almas que ele tanto amava. Antigamente, a obtenção de indulgências era muito difícil para os fiéis, que precisavam partir em peregrinação a lugares distantes como a Terra Santa. Com a Indulgência da Porciúncula, porém, o assim chamado “Perdão de Assis” pode agora ser concedido anualmente em todas as igrejas franciscanas, paroquiais e catedrais do mundo, cumpridas as condições habituais de qualquer indulgência.
sábado, 1 de agosto de 2026
Bons Pensamentos
Que os bons pensamentos sejam como borboletas que se erguem suavemente em direção ao céu, leves e coloridas, trazendo consigo a esperança da transformação.
Assim como a borboleta nasce da metamorfose, que nossas ideias de fé e amor também se renovem em Cristo, tornando-nos criaturas novas.
Que cada pensamento puro seja um voo de oração, espalhando beleza e paz pelo jardim da alma.
Pensar o bem é semear eternidade em cada instante.
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domingo, 26 de julho de 2026
segunda-feira, 13 de julho de 2026
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