(A.Carnegie)
segunda-feira, 8 de março de 2010
domingo, 7 de março de 2010
sábado, 6 de março de 2010
Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010
A Campanha da Fraternidade faz parte do calendário anual de nossas dioceses. Promovida pela CNBB, essa campanha procura inquietar a sociedade com reflexões sobre temas sociais, especialmente aqueles que prejudicam a vida fraterna. Em 2010, há uma particularidade: a Campanha outra vez será ecumênica – isto é, assumida, também, por outras Igrejas cristãs.
O tema escolhido para a CF2010 foi: “Economia e Vida”; e o lema: “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24). Seu objetivo geral é unir as Igrejas cristãs e as pessoas de boa vontade na promoção de uma economia que esteja a serviço da vida, em vista da construção da paz. Seus objetivos específicos são denunciar a perversidade de um modelo econômico que visa ao lucro em primeiro lugar; educar para a prática de uma economia de solidariedade, valorizando a vida como o bem mais precioso; e conclamar as Igrejas e a sociedade para a implantação de um modelo econômico que respeite todas as pessoas.
Como se pode perceber, estamos diante de objetivos ousados. Mas como não ser ousado diante das injustiças que nascem de uma economia em que o lucro está em primeiro lugar e o ser humano não passa, muitas vezes, de um “produto”, útil apenas enquanto ajuda no crescimento dessa mesma economia? Como ficar indiferente diante de uma “máquina” econômica que gera desigualdade, miséria, fome e morte?
Realizada na Quaresma, a CF quer “acordar” a sociedade, motivando-a a uma profunda conversão. Afinal, a Vida é um valor mais importante que os interesses do mercado.
A palavra “economia” vem do grego e significa, literalmente, “a administração da casa”. Sua finalidade é a de providenciar tudo o que é necessário para a sobrevivência. Uma constante no pensamento social cristão é o caráter humano da economia, como atividade realizada por pessoas, devendo orientar-se a serviço delas – isto é, as pessoas são o centro e a razão de ser da vida econômica.
Há os que perguntarão: tem sentido as Igrejas cristãs tratarem de um tema como esse? Não haveria outros temas mais interessantes e urgentes, que seriam mais “religiosos”?
Tudo o que é importante para o ser humano é importante para o Evangelho. Por isso é que Jesus se preocupou não somente com temas ditos “religiosos”, mas também com a fome, com as doenças e as injustiças. Ao advertir que não podemos servir a Deus e ao dinheiro, Cristo deixou claro que as injustiças de nosso mundo têm como causas a ganância e o egoísmo. As injustiças crescem, pois, quando o dinheiro e o lucro se tornam “deuses”, as pessoas passam a reverenciá-los, devotando-lhes seu tempo e suas preocupações. Quem assim se comporta, deixa de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, pois passa a servir, em primeiro lugar, ao “deus” dinheiro.
Em síntese: a relação entre a fé e a vida é muito maior do que se imagina. Por isso, questões como justiça e solidariedade são constitutivas do anúncio do Evangelho – isto é, fazem parte integrante dele. Trabalhemos, então, para preservar a grande casa comum, o planeta Terra, planeta da vida e morada da família humana. Busquemos mudar a economia, dando-lhe um rosto humano. Saibamos agir motivados pelo desejo de servir ao Senhor. Servindo-o, além de lhe darmos o que Ele tem direito de receber de nós, suas criaturas, estaremos colaborando decisivamente para a construção de um mundo fraterno.
O tema escolhido para a CF2010 foi: “Economia e Vida”; e o lema: “Vocês não podem servir a Deus e ao dinheiro” (Mt 6,24). Seu objetivo geral é unir as Igrejas cristãs e as pessoas de boa vontade na promoção de uma economia que esteja a serviço da vida, em vista da construção da paz. Seus objetivos específicos são denunciar a perversidade de um modelo econômico que visa ao lucro em primeiro lugar; educar para a prática de uma economia de solidariedade, valorizando a vida como o bem mais precioso; e conclamar as Igrejas e a sociedade para a implantação de um modelo econômico que respeite todas as pessoas.
Como se pode perceber, estamos diante de objetivos ousados. Mas como não ser ousado diante das injustiças que nascem de uma economia em que o lucro está em primeiro lugar e o ser humano não passa, muitas vezes, de um “produto”, útil apenas enquanto ajuda no crescimento dessa mesma economia? Como ficar indiferente diante de uma “máquina” econômica que gera desigualdade, miséria, fome e morte?
Realizada na Quaresma, a CF quer “acordar” a sociedade, motivando-a a uma profunda conversão. Afinal, a Vida é um valor mais importante que os interesses do mercado.
A palavra “economia” vem do grego e significa, literalmente, “a administração da casa”. Sua finalidade é a de providenciar tudo o que é necessário para a sobrevivência. Uma constante no pensamento social cristão é o caráter humano da economia, como atividade realizada por pessoas, devendo orientar-se a serviço delas – isto é, as pessoas são o centro e a razão de ser da vida econômica.
Há os que perguntarão: tem sentido as Igrejas cristãs tratarem de um tema como esse? Não haveria outros temas mais interessantes e urgentes, que seriam mais “religiosos”?
Tudo o que é importante para o ser humano é importante para o Evangelho. Por isso é que Jesus se preocupou não somente com temas ditos “religiosos”, mas também com a fome, com as doenças e as injustiças. Ao advertir que não podemos servir a Deus e ao dinheiro, Cristo deixou claro que as injustiças de nosso mundo têm como causas a ganância e o egoísmo. As injustiças crescem, pois, quando o dinheiro e o lucro se tornam “deuses”, as pessoas passam a reverenciá-los, devotando-lhes seu tempo e suas preocupações. Quem assim se comporta, deixa de amar a Deus sobre todas as coisas e ao próximo como a si mesmo, pois passa a servir, em primeiro lugar, ao “deus” dinheiro.
Em síntese: a relação entre a fé e a vida é muito maior do que se imagina. Por isso, questões como justiça e solidariedade são constitutivas do anúncio do Evangelho – isto é, fazem parte integrante dele. Trabalhemos, então, para preservar a grande casa comum, o planeta Terra, planeta da vida e morada da família humana. Busquemos mudar a economia, dando-lhe um rosto humano. Saibamos agir motivados pelo desejo de servir ao Senhor. Servindo-o, além de lhe darmos o que Ele tem direito de receber de nós, suas criaturas, estaremos colaborando decisivamente para a construção de um mundo fraterno.
(Dom Murilo S.R. Krieger)
Fonte: Revista Mensageiro do Coração de Jesus - vol.116 - nº1278
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Anônimo
segunda-feira, 1 de março de 2010
Inversão do relato da criação
No princípio Deus criou o céu e a terra.
Depois de muitos milhões de anos, o homem criou coragem
e resolveu assumir o comando do mundo e do futuro.
Então começaram os sete últimos dias da história.
e resolveu assumir o comando do mundo e do futuro.
Então começaram os sete últimos dias da história.
Na manhã do primeiro dia o homem resolveu
ser livre e belo, bom e feliz.
Resolveu não ser mais a imagem de um Deus,
mas ser simplesmente homem.
E, como devia acreditar em alguma coisa,
acreditou em liberdade e felicidade,
mas ser simplesmente homem.
E, como devia acreditar em alguma coisa,
acreditou em liberdade e felicidade,
em bolsa de valores e em progresso,
em planejamento e desenvolvimento
em planejamento e desenvolvimento
e, principalmente, em segurança.
Sim, a segurança era a base.
Sim, a segurança era a base.
Disparou satélites perscrutradores e
preparou foguetes carregados de bombas atômicas.
E foi a tarde e a manhã do primeiro dia.
preparou foguetes carregados de bombas atômicas.
E foi a tarde e a manhã do primeiro dia.
No segundo dia dos últimos tempos
morreram os peixes dos rios poluídos pelos dejetos industriais;
morreram os peixes do mar pelo vazamento dos grandes petroleiros
e pelo depósito do fundo dos oceanos: os depósitos eram radioativos.
Morreram os pássaros do céu impregnados de gases venenosos
– inversão térmica –;
morreram os animais que atravessavam incautos as grandes rodovias,
envenenados pelas descargas plúmbeas do trânsito infernal.
Mas morreram também os cachorrinhos de estimação
morreram os peixes dos rios poluídos pelos dejetos industriais;
morreram os peixes do mar pelo vazamento dos grandes petroleiros
e pelo depósito do fundo dos oceanos: os depósitos eram radioativos.
Morreram os pássaros do céu impregnados de gases venenosos
– inversão térmica –;
morreram os animais que atravessavam incautos as grandes rodovias,
envenenados pelas descargas plúmbeas do trânsito infernal.
Mas morreram também os cachorrinhos de estimação
pelo excesso de tinta que avermelhava as linguiças.
E foi a tarde e a manhã do segundo dia.
No terceiro dia, secaram o capim nos cerrados,
a folhagem nas árvores, o musgo nos rochedos e as flores nos jardins.
Porque o homem resolveu controlar as estações
segundo um plano bem exato.
Só que houve um pequeno erro no computador da chuva,
e até que descobrissem o defeito, secaram-se os mananciais,
e os barcos que singravam os rios festivos
a folhagem nas árvores, o musgo nos rochedos e as flores nos jardins.
Porque o homem resolveu controlar as estações
segundo um plano bem exato.
Só que houve um pequeno erro no computador da chuva,
e até que descobrissem o defeito, secaram-se os mananciais,
e os barcos que singravam os rios festivos
encalharam nos leitos ressequidos.
E foi a tarde e a manhã do terceiro dia.
E foi a tarde e a manhã do terceiro dia.
No quarto dia, morreram 4 dos 5 bilhões de homens:
uns contaminados por vírus cultivados em provetas eruditas,
outros por esquecimento imperdoável de fechar os
depósitos bacteriológicos, preparados para a guerra seguinte;
outros ainda morreram de fome porque alguém não se lembrava mais
onde escondera a chave do depósito de cereais.
E amaldiçoaram Deus:
se ele era bom, por que permitia tantos males?
E foi a tarde e a manhã do quarto dia.
outros por esquecimento imperdoável de fechar os
depósitos bacteriológicos, preparados para a guerra seguinte;
outros ainda morreram de fome porque alguém não se lembrava mais
onde escondera a chave do depósito de cereais.
E amaldiçoaram Deus:
se ele era bom, por que permitia tantos males?
E foi a tarde e a manhã do quarto dia.
No dia quinto dia, os últimos homens resolveram
acionar o botão vermelho, porque se sentiam ameaçados.
O fogo envolveu o planeta, as montanhas fumegaram,
acionar o botão vermelho, porque se sentiam ameaçados.
O fogo envolveu o planeta, as montanhas fumegaram,
os mares evaporaram.
Nas cidades, os esqueletos de concreto armado ficaram negros,
lançando fumaça das órbitas abertas.
E os anjos do céu assistiram espantados
como o planeta azul tomou a cor do fogo,
depois cobriu-se com um marrom sujo
e, finalmente, ficou cor de cinza.
Eles interromperam os seus cantos durante dez minutos.
E foi a tarde e a manhã do quinto dia.
Nas cidades, os esqueletos de concreto armado ficaram negros,
lançando fumaça das órbitas abertas.
E os anjos do céu assistiram espantados
como o planeta azul tomou a cor do fogo,
depois cobriu-se com um marrom sujo
e, finalmente, ficou cor de cinza.
Eles interromperam os seus cantos durante dez minutos.
E foi a tarde e a manhã do quinto dia.
No sexto dia apagou-se a luz:
poeira e cinza encobriram o sol, a luz e as estrelas.
E a última barata que tinha escapado num abrigo antiatômico
morreu pelo excesso de calor.
E foi a tarde e a manhã do sexto dia.
poeira e cinza encobriram o sol, a luz e as estrelas.
E a última barata que tinha escapado num abrigo antiatômico
morreu pelo excesso de calor.
E foi a tarde e a manhã do sexto dia.
No sétimo dia, havia sossego, até que enfim.
“Os céus pertencem somente ao Senhor,
mas a terra Ele deu aos seres humanos.”
(Salmos 115:16)
E é nossa responsabilidade cuidar e amar o que Deus criou!
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mas a terra Ele deu aos seres humanos.”
(Salmos 115:16)
E é nossa responsabilidade cuidar e amar o que Deus criou!
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Anônimo
quarta-feira, 24 de fevereiro de 2010
Pedras no caminho
Posso ter defeitos, viver ansioso e ficar irritado algumas vezes,
mas não esqueço de que minha vida é a maior empresa do mundo...
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história...
É atravessar desertos fora de si,
mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma...
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'!!!
É ter segurança para receber uma crítica,
mesmo que injusta...
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
E que posso evitar que ela vá à falência.
Ser feliz é reconhecer que vale a pena viver
apesar de todos os desafios, incompreensões e períodos de crise.
Ser feliz é deixar de ser vítima dos problemas e
se tornar um autor da própria história...
É atravessar desertos fora de si,
mas ser capaz de encontrar um oásis no recôndito da sua alma...
É agradecer a Deus a cada manhã pelo milagre da vida.
Ser feliz é não ter medo dos próprios sentimentos.
É saber falar de si mesmo.
É ter coragem para ouvir um 'não'!!!
É ter segurança para receber uma crítica,
mesmo que injusta...
Pedras no caminho?
Guardo todas, um dia vou construir um castelo...
(Fernando Pessoa)
(Ilustração de Anna Cunha)
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Anônimo
terça-feira, 23 de fevereiro de 2010
As três peneiras de Sócrates
Augustus procurou Sócrates e disse-lhe:
- Sócrates, preciso contar-lhe algo sobre alguém! Você não imagina o que me contaram a respeito de...
Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras? Perguntou Augustus.
- Sim. Respondeu Sócrates... A 1ª peneira, Augustus, é a da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
- Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!
- Então, suas palavras ja vazaram a 1ª peneira. Vamos para a 2ª peneira: a bondade. O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Não, Sócrates! Absolutamente, não!!
- Então, suas palavras vazaram também a 2ª peneira. Vamos para a 3ª peneira: a necessidade. Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?
- Não, Sócrates... passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar.
E Sócrates, sorrindo, concluiu:
- Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos.
Pense nisso!!!
Nem chegou a terminar a frase, quando Sócrates ergueu os olhos do livro que lia e perguntou:
- Espere um pouco Augustus. O que vai me contar já passou pelo crivo das três peneiras?
- Peneiras? Que peneiras? Perguntou Augustus.
- Sim. Respondeu Sócrates... A 1ª peneira, Augustus, é a da verdade. Você tem certeza de que o que vai me contar é absolutamente verdadeiro?
- Não. Como posso saber? O que sei foi o que me contaram!
- Então, suas palavras ja vazaram a 1ª peneira. Vamos para a 2ª peneira: a bondade. O que vai me contar, gostaria que os outros também dissessem a seu respeito?
- Não, Sócrates! Absolutamente, não!!
- Então, suas palavras vazaram também a 2ª peneira. Vamos para a 3ª peneira: a necessidade. Você acha mesmo necessário contar-me esse fato, ou mesmo passá-lo adiante? Resolve alguma coisa? Ajuda alguém? Melhora alguma coisa?
- Não, Sócrates... passando pelo crivo das três peneiras, compreendi que nada me resta do que iria contar.
E Sócrates, sorrindo, concluiu:
- Se passar pelas três peneiras, conte! Tanto eu, quanto você e os outros iremos nos beneficiar. Caso contrário, esqueça e enterre tudo. Será uma fofoca a menos para envenenar o ambiente e fomentar a discórdia entre irmãos.
Devemos ser sempre a estação terminal de qualquer comentário infeliz!
Da próxima vez que ouvir algo, antes de ceder ao impulso de passá-lo adiante, submeta-o ao crivo das três peneiras porque:
Pessoas sábias falam sobre idéias,
pessoas comuns falam sobre coisas,
pessoas medíocres falam sobre pessoas.
pessoas comuns falam sobre coisas,
pessoas medíocres falam sobre pessoas.
Pense nisso!!!
segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010
domingo, 21 de fevereiro de 2010
sábado, 20 de fevereiro de 2010
Selinho: Prêmio Dardos
1. Você terá que aceitar e colocar em seu blog, juntamente com o nome da pessoa que lhe deu o prêmio e o link do seu blog;
2. Você terá que oferecer o prêmio para 15 blogs que são merecedores deste prêmio. E lembre-se de avisá-los sobre a indicação.
Meus indicados: indico não somente para 15 blogs, mas para todos os amigos e amigas blogueiras que gostarem e quiserem levar o prêmio. Todos merecem!
:)
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quarta-feira, 20 de janeiro de 2010
segunda-feira, 18 de janeiro de 2010
Selinho: Em 2010 eu quero...
Promoção de Ano Novo da amiga Elaine do blog: Um pouco de mim
Para participar é fácil, poste o selinho acima, complete a frase do selinho, indique mais 3 blogs e avise-os.
Além disso a Elaine irá sortear alguns livros para quem avisá-la que está participando da brincadeira através deste link.
Então vamos lá:
Em 2010 eu quero estar sempre junto à minha família, curtir meu primeiro sobrinho que está chegando (que Deus o abençoe mto) e compartilhar a alegria de viver com todos os amigos e amigas.
Indico para: Trilhas - Sonho de uma flauta - Louvor a Deus
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Anônimo
domingo, 17 de janeiro de 2010
Selinho: Eu compartilho mesmo
Regras:
1. copiar o selinho;2. deixar um comentário no blog do amigo que te indicou;
3. linkar o amigo que te indicou;
4. indicar os 10 blogs que você acha que compartilha tudo com todos;
5. deixar uma mensagem explicando o que é compartilhar.
Compartilhar é dividir, é repartir, é multiplicar, é ver a nossa mão estendida, é dar de si mesmo e de coração para o bem dos outros.
Indicados: indico para todos os blogs amigos e visitantes que quiserem levar o selinho, pois todos compartilham também.
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Anônimo
sábado, 2 de janeiro de 2010
Agenda de hoje:
Para o otimista todas as portas tem maçanetas e dobradiças;
para o pessimista, todas tem fechaduras e trancas.
para o pessimista, todas tem fechaduras e trancas.
(T. Franz)
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Anônimo
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Feliz 2010
Cristão inteligente inicia 2010 atapetando seus caminhos
com a flor da bondade, da esperança.
Todo gesto de ternura e bondade é uma flor
com a flor da bondade, da esperança.
Todo gesto de ternura e bondade é uma flor
que ofertamos ao nosso irmão.
Nossa vida?
Nossa vida?
Um esboço terrestre da pátria futura.
Poesia?
Poesia?
Um coração peregrino a cantar, a sorrir.
Amor?
Amor?
Algumas gotas de paraíso tombando na terra.
Esperança?
Esperança?
A seta verde e amiga apontando o caminho a seguir.
(Pe. Roque Schneider)
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