sexta-feira, 29 de abril de 2016
terça-feira, 19 de abril de 2016
quinta-feira, 14 de abril de 2016
segunda-feira, 11 de abril de 2016
Sexto Mandamento
Deus é criador. O homem e a mulher são procriadores do ser humano, com Deus. E, para que se realize esse plano divino da procriação, Deus criou o masculino e o feminino e lhes deu os órgãos genitais, necessários para a procriação. Daqui se deduz a grandeza, a santidade, a importância e a beleza da sexualidade e da genitalidade humanas e, ao mesmo tempo, a finalidade do seu uso, dentro do plano da procriação e união do casal.
A mística deste mandamento está na maravilha do amor de Deus, que deu ao homem e à mulher o dom de gerar vidas.
Portanto, todo uso fora do contexto da procriação e união do casal, contexto que inclui a comunhão de amor manifestada permanentemente dentro do casamento abençoado, torna-se abuso e pecado contra a castidade.
Só na ótica do amor é possível perceber a grandeza e a santidade da sexualidade e da genitalidade, bem como das relações sexuais santificadas pelo sacramento do matrimônio.
A convicção da santidade e da genitalidade faz com que os casais evitem todas as tentações que chamam para práticas desnaturadas, depravadas e viciosas.
As relações sexuais normais, naturais, abençoadas pelo sacramento do matrimônio, incluem todas aquelas intimidades físicas e sentimentais que preparam o ato conjugal ou que o complementam. Essas relações, bem conduzidas, têm o condão de aprofundar os laços de amor, de curar feridas de desamor, de acalmar a tendência natural para a busca do prazer unicamente genital.
(Pe. Alírio J. Pedrini, scj)
quinta-feira, 7 de abril de 2016
terça-feira, 5 de abril de 2016
O Dom do Temor de Deus
Na última postagens sobre os dons do Espírito Santo, começo com uma citação do Papa Francisco sobre o Temor de Deus: "Este dom, não significa ter medo de Deus: sabemos bem que Deus é Pai, nos ama, quer a nossa salvação e sempre nos perdoa. Não há motivo para ter medo Dele! O temor de Deus é o dom do Espírito que nos recorda quanto somos pequenos diante de Deus e do seu amor, e que o nosso bem está em nos abandonarmos com humildade, respeito e confiança em suas mãos".
O Livro dos Provérbios nos recorda esta verdade: "O temor do Senhor é o princípio do saber" (Prov 1, 7). Por isso Jesus nos convida a sermos como crianças, para que, na sabedoria, que vem de Deus e na confiança que temos Nele, nos deixemos ser conduzidos por Ele.
Por outro lado, não podemos minimizar o temor de Deus. Não se trata de termos apenas respeito por Ele, embora o respeito faça parte desse dom, o temor a Deus deve nos levar a compreender o quanto Deus abomina o pecado e tudo o que fazemos que o desagrada.
Por isso, novamente, Cristo nos convida a sermos como crianças, quando tínhamos a orientação de nossos pais nos prevenindo de todos os males e perigos.
Isso acontece "quando o Espírito Santo faz morada em nosso coração, infunde em nós consolo e paz, e nos leva a nos sentirmos como somos, isto é, pequenos"; ou, como dito acima, como criança que coloca todas as preocupações e expectativas em Deus, sentindo-se envolvidos e apoiado pelo seu amor e proteção, como a criança com seu pai!
"Nesse sentido, compreendemos bem como o temor de Deus assume em nós a forma da docilidade, do reconhecimento e do louvor, enchendo o nosso coração de esperança".
(Pe. Adilson Ulprist)
sexta-feira, 1 de abril de 2016
terça-feira, 29 de março de 2016
terça-feira, 22 de março de 2016
A morte de Moisés
A Carta aos Hebreus (11, 23-29) louva Moisés e proclama sua fé. Assim, ele é tido como justo, servidor de Deus.
Vale a pena ler o elogio a esse homem santo: "Pela fé, Moisés, recém-nascido, foi ocultado durante três meses por seus pais, que viram a beleza do bebê e não temeram o decreto do rei. Pela fé, Moisés, já adulto, recusou ser chamado filho da filha do faraó. Ele preferiu tomar parte nos sofrimentos do povo de Deus a desfrutar as delícias passageiras do pecado. Tinha por maior riqueza enfrentar desonra como Cristo do que os tesouros do Egito, pois fixava os olhos na recompensa futura. Foi pela fé que Moisés deixou o Egito, sem medo das iras do rei, e permaneceu firme em seu propósito, como se visse o invisível. Foi pela fé que celebrou a Páscoa e fez a aspersão com o sangue, para que o Exterminador poupasse os primogênitos de Israel. Foi pela fé que atravessaram o Mar Vermelho como terra firme...".
Há outro elogio nas escrituras dedicado a Moisés: "(Deus) fez sair de Jacó um homem de bem, que gozou favor aos olhos de todos, amado de Deus e dos homens, Moisés, cuja memória é abençoada. Concedeu-lhe glória igual à de seus anjos (...) Por causa de sua fidelidade e brandura, Deus o consagrou (...), deu-lhe, face a face, os mandamentos e uma lei de vida e inteligência, para ensinar Suas prescrições a Jacó, Seus decretos a Israel" (Eclo 45, 1-6).
O autor das linhas finais do Livro do Deuteronômio recorda que "Moisés, servo de Deus, morreu lá, no país de Moab, conforme o oráculo do Senhor. Foi sepultado no vale, no país de Moab, em frente a Fegor. Ninguém soube de seu sepulcro até hoje (...) Não mais surgiu em Israel profeta igual a Moisés, ele que o Senhor conhecia face a face..." (Dt 34, 5-10).
Fonte: Revista Mensageiro do Coração de Jesus - Pe. Paiva, SJ
segunda-feira, 21 de março de 2016
Buscai primeiro
Buscai primeiro o reino de Deus e a sua justiça
e tudo o mais vós será acrescentado. Aleluia, aleluia!
Não só de pão o homem viverá, mas de toda a palavra
que procede da boca de Deus. Aleluia, aleluia!
Se vos perseguem por causa de mim, não esqueçais o porque:
não é o servo maior que o senhor. Aleluia, aleluia!
Quer comais, quer bebais, quer passais qualquer coisa,
tudo fazei para a glória de Deus. Aleluia, aleluia!
terça-feira, 15 de março de 2016
domingo, 13 de março de 2016
quinta-feira, 10 de março de 2016
Quinto Mandamento
"Deus é o autor da vida, é o criador do ser humano e só a ele cabe o direito e o poder de dar e tirar a vida" (Jó 12, 10)
A vida é o dom supremo oferecido por Deus ao ser humano. Só depois de existir, de estar vivo, é que se pode receber todos os demais dons, graças, bênçãos e a própria vida eterna.
Eis o espírito deste mandamento: amar e valorizar o dom da vida que se recebeu, e aquela que é vivida por todo ser humano, desde sua concepção até a eternidade.
A vida humana é sagrada porque encerra a ação criadora de Deus e permanece para sempre numa relação especial com o Criador, seu único fim. Só Deus é o dono da vida. Assim, ninguém, em nenhuma circunstância, pode reivindicar para si o direito de se destruir ou destruir outro ser humano.
Devemos considerar que a vida humana é eterna. Ela tem início no útero materno, é vivida por um período na terra, mas depois, a partir da morte, se projeta na eternidade. Portanto, quem a recebeu deve valorizá-la como um dom maior.
Este mandamento de amor à vida inclui: valorizar a vida, cuidar da saúde, curar enfermidades, defendê-la, não colocar-se em risco desnecessário, etc. Exclui: suicídio, homicídio, aborto, eutanásia, mutilações, maus tratos, violência, tortura física, moral, psicológica e espiritual, etc.
Desde a concepção a criança tem o direito à vida. O aborto é uma "prática infame" gravemente contrária à lei moral. O assassinato de um ser humano é gravemente contrário à dignidade da pessoa e à santidade do Criador.
A eutanásia voluntária, sejam quais forem as formas e os motivos, constitui também um assassinato.
O suicídio consciente é gravemente contrário à justiça, à esperança e à caridade, e proibido pelo quinto mandamento.
(Pe Alírio J. Pedrini, scj)
quarta-feira, 9 de março de 2016
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