quinta-feira, 1 de março de 2018

Depende de você


O amor que quer encontrar nos outros...
depende de você.
A paz que busca numa procura desesperada...
depende de você.
O diálogo, base de toda a convivência...
depende de você.
O caminho para a renovação...
depende de você.
A realização dos seus grandes sonhos...
depende de você.
A organização que tanto necessita...
depende de você.
 
Reclamar, queixar-se ou servir,
revoltar-se ou ponderar,
desprezar ou valorizar,
omitir-se ou colaborar,
adoecer ou curar,
rebaixar ou elevar,
monologar ou dialogar,
fechar-se ou abrir-se,
estacionar ou progredir...

Tudo é uma questão de escolha.
E esta escolha depende
unicamente de você!

Já que tudo depende de você...
Trate de ser feliz! 
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terça-feira, 27 de fevereiro de 2018

Oi Jesus, é o Zé!


Todos os dias, sempre ao meio dia, um pobre velho entrava na igreja e, poucos minutos depois, saía. Um dia, o sacristão lhe perguntou o que vinha fazer (pois havia objetos de valor na igreja).

- Venho rezar, respondeu o velho.

- Mas é estranho, disse o sacristão, que você consiga rezar tão depressa.

-  Bem, retrucou o velho, eu não sei rezar aquelas orações compridas. Mas todos os dia, ao meio dia, eu entro nesta igreja e falo: "Oi, Jesus, é o Zé!" Num minuto, já estou de saída. É só uma oraçãozinha, mas tenho certeza que Ele me ouve.

Alguns dias depois, o Zé sofreu um acidente e foi internado num hospital. E na enfermaria, passou a exercer uma grande influência sobre todos: os doentes mais tristes tornaram-se alegres e, naquele ambiente onde antes só se ouviam lamentos, agora muitos risos passaram a ser ouvidos.

- Zé, disse-lhe um dia a irmã enfermeira, os outros doentes dizem que foi você que mudou tudo aqui na enfermaria. Eles dizem que você está sempre tão alegre...

- É verdade irmã, respondeu o pobre enfermo prontamente, estou sempre muito alegre! É por causa daquela visita que recebo todos os dias, me faz imensamente feliz.

A irmã ficou atônita. Já tinha notado que a cadeira encostada na cama do Zé estava sempre vazia. O Zé era um velho solitário, sem ninguém.

- Que visita? A que horas? Perguntou-lhe a irmã.

- Todos os dias, respondeu o Zé com um brilho nos olhos. Todos os dias, ao meio dia, Ele vem e fica ao pé da cama. Quando olho para Ele, Ele sorri e diz: "Oi Zé, é o Jesus!"


O ensinamento que esta história singela contém nos faz refletir profundamente. Ela fala-nos da fé, da simplicidade, da dedicação e da perseverança. Quem de nós dispõe, como o Zé, diariamente, de alguns minutos para falar com Jesus?

Não é necessário fazermos orações quilométricas para Jesus, mas sim fazer a oração de coração porque Ele está sempre a nos escutar.

Que tenhamos o Zé como um exemplo diário de homem de oração.

E então? Você já esteve em oração com Jesus hoje?
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terça-feira, 13 de fevereiro de 2018

Ano do Laicato

 
A Igreja no Brasil está celebrando, neste período de 26 de novembro de 2017, Solenidade de Cristo Rei, à 25 de novembro de 2018, o “Ano do Laicato”.

O tema escolhido para animar a mística do Ano do Laicato é: “Cristãos leigos e leigas, sujeitos na ‘Igreja em saída’, a serviço do Reino” e o lema: “Sal da Terra e Luz do Mundo”, Mt 5,13-14.  

O Ano do Laicato pretende trabalhar a mística do apaixonamento e seguimento a Jesus Cristo. “Isto leva o cristão leigo a tornar-se, de fato, um missionário na família e no trabalho, onde estiver vivendo”.

Terá como objetivo geral: “Como Igreja, Povo de Deus, celebrar a presença e a organização dos cristãos leigos e leigas no Brasil; aprofundar a sua identidade, vocação, espiritualidade e missão; e testemunhar Jesus Cristo e seu Reino na sociedade”.


Documento nº 105  

Pretende ainda: “Dinamizar o estudo e a prática do documento 105: ‘Cristãos leigos e leigas na Igreja e na Sociedade’ e demais documentos do Magistério, em especial do Papa Francisco, sobre o Laicato; e estimular a presença e a atuação dos cristãos leigos e leigas, ‘verdadeiros sujeitos eclesiais’ (DAp, n. 497a), como “sal, luz e fermento” na Igreja e na Sociedade.





Mais informações no site na CNBB.
http://www.cnbb.org.br/category/laicato/

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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Ecos da vida



Filho e pai caminhavam por uma montanha.
De repente, o menino cai, machuca-se e grita:
- Ai!
Para sua surpresa, escuta sua voz se repetindo em algum lugar da montanha:
- Ai!
Curioso, o menino pergunta:
- Quem é você?
E recebe uma resposta:
- Quem é você?
Contrariado grita:
- Seu covarde!
E escuta como resposta:
- Seu covarde!
O menino olha para o pai e pergunta, aflito:
- O que é isso?
O pai sorri e diz:
- Meu filho, preste atenção.
Então, em seguida, grita em direção a montanha:
- Eu admiro você!
E a voz responde:
- Eu admiro você!
De novo o pai grita:
- Você é um campeão!
E a voz responde:
- Você é um campeão!
O menino fica espantado. Não entende. 
O pai explica:
- As pessoas chamam isso de eco, mas na verdade, isso é a vida.

A vida lhe dá de volta tudo o que você diz, tudo o que você deseja de bem ou mal para os outros. A vida lhe devolverá toda blasfêmia, inveja, incompreensão, falta de honestidade, tudo o você desejou e praguejou às pessoas que lhe cercam.

Se você quiser mais amor, compreensão, sucesso, harmonia e felicidade. Crie mais amor, compreensão, harmonia e felicidade no seu coração. Se agir assim a vida lhe dará felicidade, sucesso e o amor das pessoas que o cercam.

Nossa vida é simplesmente o reflexo de nossas ações.


“A verdadeira riqueza do homem é o bem que ele faz ao seu próximo” 
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quinta-feira, 19 de outubro de 2017

O relógio no celeiro


Era uma vez um fazendeiro que descobriu que tinha perdido o relógio no celeiro. O relógio não era um objeto qualquer; ele tinha um valor sentimental.

Após buscar por todas as partes entre o feno, ele desistiu e recorreu à ajuda de um grupo de crianças que estava brincando do lado de fora do celeiro. Ele prometeu a elas que, quem encontrasse o seu relógio, seria recompensado. Ao ouvir isso, as crianças correram para dentro do celeiro e entraram no meio de toda a pilha de feno, mas ainda assim não conseguiram encontrar o relógio.

Quando o fazendeiro estava prestes a desistir, um menino aproximou-se dele e pediu mais uma chance.

O fazendeiro olhou para ele e pensou: Por que não? Afinal de contas, esse garoto parece sincero o suficiente.

Então, o fazendeiro mandou o menino de volta ao celeiro.

Depois de um tempo, o menino saiu com o relógio em sua mão! O fazendeiro ficou feliz e surpreso ao mesmo tempo. Então, perguntou ao menino como ele havia conseguido encontrar, já que todos os outros meninos não conseguiram.

O menino respondeu:

- Eu não fiz nada a não ser ficar sentado no chão escutando. No silêncio, eu escutei o tique-taque do relógio e apenas olhei para a direção certa.

Moral da história:

Uma mente em paz pode pensar melhor do que uma mente confusa.

Dê alguns minutos de silêncio à sua mente todos os dias,
pois assim você ouvirá a voz de Deus
que te conduzirá na direção certa
e lhe ajudará a definir a sua vida
da maneira que você espera que ela seja!

Que seus dias sejam ouvindo e seguindo a voz de Deus!


quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Oração a Nossa Senhora Aparecida

Nesta quinta-feira, dia 12 de outubro de 2017, celebra-se os 300 anos do encontro da imagem de Nossa Senhora no Rio Paraíba do Sul, interior de São Paulo.



 Oração a Nossa Senhora Aparecida 

Ó incomparável Senhora da Conceição Aparecida. Mãe de meu Deus, Rainha dos Anjos, Advogada dos pecadores, Refúgio e Consolação dos aflitos e atribulados, ó Virgem Santíssima; cheia de poder e bondade, lançai sobre nós um olhar favorável, para que sejamos socorridos em todas as necessidades.

Lembrai-vos, clementíssima Mãe Aparecida, que não se consta que de todos os que têm a vós recorrido, invocado vosso santíssimo nome e implorado vossa singular proteção, fosse por vós algum abandonado.

Animado com esta confiança a vós recorro: tomo-vos de hoje para sempre por minha Mãe, minha protetora, minha consolação e guia, minha esperança e minha luz na hora da morte.

Assim pois, Senhora, livrai-me de tudo o que possa ofender-vos e a vosso Filho meu Redentor e Senhor Jesus Cristo. Virgem bendita, preservai este vosso indigno servo, esta casa e seus habitantes, da peste, fome, guerra, raios, tempestades e outros perigos e males que nos possam flagelar.

Soberana Senhora, dignai-vos dirigir-nos em todos os negócios espirituais e temporais; livrai-nos da tentação do demônio, para que, trilhando o caminho da virtude, pelos merecimentos da vossa puríssima Virgindade e do preciosíssimo Sangue de vosso Filho, vos possamos ver, amar e gozar na eterna glória, por todos os séculos dos séculos. 

Amém!

segunda-feira, 3 de julho de 2017

São Tomé

Não nos deixemos levar pelos ventos da incredulidade que nos afastam da experiência verdadeira do Deus único:

“Se eu não vir as marcas dos pregos em suas mãos,
se eu não puser o dedo nas marcas dos pregos
e não puser a mão no seu lado, não acreditarei” (João 20,25).



Hoje, 03 de julho, celebramos São Tomé. Na tradição, na visão da maioria de nós, ele é o apóstolo da incredulidade; afinal de contas, ele manifestou total incredulidade enquanto não tocou e não viu o Ressuscitado. Mas Tomé não foi só o incrédulo, ele foi um homem de fé, foi aquele que tocou, conferiu e disse: “Meu Senhor e meu Deus". Não só seguiu firmemente Jesus Cristo, mas se tornou Seu apóstolo, Seu discípulo, Seu seguidor, e O levou às nações distantes até morrer por causa do nome de Jesus.

A incredulidade faz parte da nossa vida, ela nos acompanha em muitas situações da vida. Muitas vezes, queremos que Deus nos prove o tanto que nos ama, o tanto que Ele pode fazer por nós. Queremos sinais e manifestações de Deus, estamos exigindo na nossa incredulidade, na nossa pouca fé ou na nossa fé duvidosa, que Ele se manifeste a nós. Muitas vezes, deixamo-nos guiar pelas incertezas, pelas dúvidas e pelos mares agitados que agitam, inclusive, a nossa própria fé.

Hoje, queremos crescer na fé, queremos alimentá-la. Não queremos que ela seja ingênua, imatura, que dependa de sinais visíveis para que seja real. No mundo, as pessoas creem em Deus, apenas não tem fé nem confiança n’Ele. As pessoas sabem que Deus existe, apelam e imploram a Ele, mas a fé não é simplesmente acreditar ou, na hora do desespero, gritar: “Senhor, socorra-me!”.

Fé é acreditar sem ver, é viver na fé mesmo sem encontrar nenhuma perspectiva pela frente. É a fé da confiança, da certeza, da entrega, da relação mútua que existe entre eu (filho) e Deus (Pai). Eu creio n’Ele, porque Ele é Deus, não creio n’Ele por aquilo que Ele me dá, daquilo que Ele consegue para mim e assim por diante. Eu creio em Deus, porque Ele é Deus e eu sou Seu filho!

Que a nossa fé seja cada vez mais madura, mais consistente e real. Não nos deixemos levar pelos ventos da incredulidade que nos afastam da experiência verdadeira do Deus único em nossa vida.

Deus abençoe você!