domingo, 21 de abril de 2019

Oração para o almoço de Páscoa

 
Que nesta Páscoa do Senhor,
também nós possamos renascer
para o amor verdadeiro
que transforma nossas vidas
e nos traz a real felicidade.

A salvação que Jesus nos deu
através de sua morte e ressurreição
nos enche de alegria
e nos dá a vida eterna.

Que nossa família permaneça sempre unida
e que Jesus esteja sempre presente
em nossos corações.

Abençoa Senhor nossa refeição
e nos dê a Sua paz.
Amém!

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Feliz Páscoa!


Fonte: Viver por Amor

sexta-feira, 19 de abril de 2019

Jesus, o Salvador

 
"Porque Deus amou o mundo de tal maneira
que deu o seu Filho Unigênito
para que todo aquele que nele crê
não pereça, mas tenha a vida eterna."

(João 3, 16) 
 .

terça-feira, 12 de março de 2019

Oração, Jejum e Caridade

 
Queridos irmãos e irmãs!

Todos os anos, por meio da Mãe Igreja, Deus “concede aos seus fiéis a graça de se prepararem, na alegria do coração purificado, para celebrar as festas pascais, a fim de que (...), participando nos mistérios da renovação cristã, alcancem a plenitude da filiação divina”. Assim, de Páscoa em Páscoa, podemos caminhar para a realização da salvação que já recebemos, graças ao mistério pascal de Cristo: “De fato, foi na esperança que fomos salvos” (Rm 8, 24).

Este mistério de salvação, já operante em nós durante a vida terrena, é um processo dinâmico que abrange também a história e toda a criação. São Paulo chega a dizer: “Até a criação se encontra em expectativa ansiosa, aguardando a revelação dos filhos de Deus” (Rm8, 19).

Nesta perspectiva, gostaria de oferecer algumas propostas de reflexão, que acompanhem o nosso caminho de conversão na próxima Quaresma.


A redenção da criação

A celebração do Tríduo Pascal da paixão, morte e ressurreição de Cristo, ponto culminante do Ano Litúrgico, sempre nos chama a viver um itinerário de preparação, cientes de que tornar-nos semelhantes a Cristo (cf. Rm 8, 29) é um dom inestimável da misericórdia de Deus. 

Se o homem vive como filho de Deus, se vive como pessoa redimida, que se deixa guiar pelo Espírito Santo (cf. Rm 8, 14), e sabe reconhecer e praticar a lei de Deus, a começar pela lei gravada no seu coração e na natureza, beneficia também a criação, cooperando para a sua redenção. Por isso, a criação – diz São Paulo – deseja de modo intensíssimo que se manifestem os filhos de Deus, isto é, que a vida daqueles que gozam da graça do mistério pascal de Jesus se cubra plenamente dos seus frutos, destinados a alcançar o seu completo amadurecimento na redenção do próprio corpo humano.

Quando a caridade de Cristo transfigura a vida dos santos – espírito, alma e corpo –, estes rendem louvor a Deus e, com a oração, a contemplação e a arte, envolvem nisto também as criaturas, como demonstra admiravelmente o “Cântico do irmão sol”, de São Francisco de Assis. Neste mundo, porém, a harmonia gerada pela redenção continua ainda – e sempre estará – ameaçada pela força negativa do pecado e da morte.

A força destruidora do pecado

Com efeito, quando não vivemos como filhos de Deus, muitas vezes adotamos comportamentos destruidores do próximo e das outras criaturas – mas também de nós próprios –, considerando, de forma mais ou menos consciente, que podemos usá-los como bem nos apraz. Então sobrepõe-se a intemperança, levando a um estilo de vida que viola os limites que a nossa condição humana e a natureza nos pedem para respeitar, seguindo aqueles desejos incontrolados que, no livro da Sabedoria, se atribuem aos ímpios, ou seja, a quantos não têm Deus como ponto de referência das suas ações, nem uma esperança para o futuro.

Se não estivermos voltados continuamente para a Páscoa, para o horizonte da Ressurreição, é claro que acaba por se impor a lógica do tudo e imediatamente, do possuir cada vez mais.

Como sabemos, a causa de todo o mal é o pecado, que, desde a sua aparição no meio dos homens, interrompeu a comunhão com Deus, com os outros e com a criação, à qual nos encontramos ligados antes de mais nada através do nosso corpo. Rompendo-se a comunhão com Deus, acabou por falir também a relação harmoniosa dos seres humanos com o meio ambiente, onde estão chamados a viver, a ponto de o jardim se transformar num deserto (cf. Gn 3, 17-18). Trata-se daquele pecado que leva o homem a considerar-se como deus da criação, a sentir-se o seu senhor absoluto e a usá-la, não para o fim querido pelo Criador, mas para interesse próprio em detrimento das criaturas e dos outros.

Quando se abandona a lei de Deus, a lei do amor, acaba por se afirmar a lei do mais forte sobre o mais fraco. O pecado – que habita no coração do homem (cf. Mc 7, 20-23), manifestando-se como avidez, ambição desmedida de bem-estar, desinteresse pelo bem dos outros e muitas vezes também do próprio – leva à exploração da criação (pessoas e meio ambiente), movidos por aquela ganância insaciável que considera todo o desejo um direito e que, mais cedo ou mais tarde, acabará por destruir inclusive quem está dominado por ela.

A força sanadora do arrependimento e do perdão

Por isso, a criação tem impelente necessidade que se revelem os filhos de Deus, aqueles que se tornaram “nova criação”: “Se alguém está em Cristo, é uma nova criação. O que era antigo passou; eis que surgiram coisas novas” (2Cor 5, 17).

Com efeito, com a sua manifestação, a própria criação pode também “fazer páscoa”: abrir-se para o novo céu e a nova terra (cf. Ap 21, 1). E o caminho rumo à Páscoa chama-nos precisamente a restaurar a nossa fisionomia e o nosso coração de cristãos, através do arrependimento, a conversão e o perdão, para podermos viver toda a riqueza da graça do mistério pascal.

Esta “impaciência”, esta expectativa da criação ver-se-á satisfeita quando se manifestarem os filhos de Deus, isto é, quando os cristãos e todos os homens entrarem decididamente neste “parto” que é a conversão. Juntamente conosco, toda a criação é chamada a sair “da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus” (Rm 8, 21).

A Quaresma é sinal sacramental desta conversão. Ela chama os cristãos a encarnarem, de forma mais intensa e concreta, o mistério pascal na sua vida pessoal, familiar e social, particularmente através do jejum, da oração e da esmola.

Jejuar, isto é, aprender a modificar a nossa atitude para com os outros e as criaturas: passar da tentação de “devorar” tudo para satisfazer a nossa voracidade, à capacidade de sofrer por amor, que pode preencher o vazio do nosso coração.
Orar, para saber renunciar à idolatria e à autossuficiência do nosso eu, e nos declararmos necessitados do Senhor e da sua misericórdia.
Dar esmola, para sair da insensatez de viver e acumular tudo para nós mesmos, com a ilusão de assegurarmos um futuro que não nos pertence.

E, assim, reencontrar a alegria do projeto que Deus colocou na criação e no nosso coração: o projeto de amar a Ele, aos nossos irmãos e ao mundo inteiro, encontrando neste amor a verdadeira felicidade.Queridos irmãos e irmãs, a “quaresma” do Filho de Deus consistiu em entrar no deserto da criação para fazê-la voltar a ser aquele jardim da comunhão com Deus que era antes do pecado das origens.

Que a nossa Quaresma seja percorrer o mesmo caminho, para levar a esperança de Cristo também à criação, que “será libertada da escravidão da corrupção, para alcançar a liberdade na glória dos filhos de Deus” (Rm 8, 21). Não deixemos que passe em vão este tempo favorável! Peçamos a Deus que nos ajude a realizar um caminho de verdadeira conversão. Abandonemos o egoísmo, o olhar fixo em nós mesmos, e voltemo-nos para a Páscoa de Jesus; façamo-nos próximos dos irmãos e irmãs em dificuldade, partilhando com eles os nossos bens espirituais e materiais. Assim, acolhendo na nossa vida concreta a vitória de Cristo sobre o pecado e a morte, atrairemos também sobre a criação a sua força transformadora.

Fonte: Folha Missionária - Março/2019 - Arquidiocese de Juiz de Fora

domingo, 6 de janeiro de 2019

Dia de Reis


Os Reis ofereceram-Lhe
ouro, incenso e mirra.
E o menino doou ao mundo
amor, esperança, paz e alegria;
valores que não se compram,
mas que podemos
receber e oferecer
todos os dias
a quem está ao nosso lado.


quarta-feira, 2 de janeiro de 2019

Ano novo que se inicia

"Se um dia você perder a esperança,
vá procurá-la no fundo dos olhos de uma criança."


Cristão inteligente inicia 2019 atapetando seus caminhos
com a flor da bondade, da esperança.

Todo gesto de ternura e bondade
é uma flor que ofertamos ao nosso irmão.

Nossa vida? Um esboço terrestre da pátria futura.

Poesia? Um coração peregrino a cantar, a sorrir.

Amor? Algumas gotas de paraíso tombando na terra.

Esperança? A seta verde e amiga apontando o caminho a seguir.

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terça-feira, 1 de janeiro de 2019

Solenidade de Santa Mãe de Deus

Dia Mundial da Paz e Fraternidade Universal


Por Maria veio ao mundo Cristo, nossa paz!

Mergulhados na força da paz e da esperança, somos chamados a contemplar o silêncio de Maria.

Do seu jeito, também contemplamos o mistério inefável de nossa redenção e guardamos no coração a palavra redentora de Cristo.

A exemplo de Maria, o Cristo espera que sejamos fecundos de vida. Assim, alcançaremos a paz quando a vida for amada e respeitada como dom divino.

Celebremos, pois, a paz, o amor, a vida e a presença amorosa do Senhor entre nós!
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