quarta-feira, 21 de setembro de 2016

Deus sempre age certo


Certa vez, um homem pediu a Deus uma flor e uma borboleta,
mas Deus lhe deu um cacto e uma lagarta.

O homem ficou triste pois não entendeu o porquê do seu pedido vir errado.

Daí pensou: também, com tanta gente para atender…
E resolveu não questionar.

Passado algum tempo, o homem foi verificar o pedido que deixou esquecido. 

Para sua surpresa, do espinhoso e feio cacto havia nascido a mais bela das flores
e a horrível lagarta transformou-se em uma belíssima borboleta.


Deus sempre age certo.
O seu caminho é o melhor, mesmo que aos nossos olhos
pareça estar dando tudo errado.

Se você pediu a Deus uma coisa e recebeu outra, confie.
Tenha a certeza de que Ele sempre dá o que você precisa, no momento certo.

Nem sempre o que você deseja, é o que você precisa.

Como Ele nunca erra na entrega de seus pedidos,
siga em frente sem murmurar ou duvidar.

O espinho de hoje, será a flor de amanhã!
.

segunda-feira, 12 de setembro de 2016

Um tempo para Cristo



"Rezar significa dar um pouco
do seu tempo para Cristo"

(Tradução da frase de São João Paulo II, escrita em alemão)


Lembrança da JMJ 2016 - Cracóvia,
que nos foi carinhosamente entregue pelo seminarista Michel que participou da jornada.


quinta-feira, 1 de setembro de 2016

Faça-nos vitoriosos, Senhor Jesus!

 A palavra exaltar significa erguer, levantar, tornar grandioso, louvar, celebrar.

Na festa da Exaltação da Santa Cruz, a Santa Igreja quer nos ensinar que um símbolo da morte, da humilhação, do escárnio, passou a ser, por Jesus Cristo, um símbolo de vitória, de cura, de libertação, de vida, de eternidade.

A Cruz de Cristo, que é loucura para alguns, é um símbolo de vitória para os que têm fé, para os que acreditam em Jesus, na salvação que Ele nos trouxe, morrendo numa cruz, mas ressuscitando dos mortos.

Portanto, não é a cruz que salva, mas a ressurreição de Cristo. É Deus que volta à vida depois de passar pelo martírio. Do mesmo modo, então te pedimos, Senhor Jesus: faça-nos vitoriosos e cura-nos de todo os males do corpo e da alma.

Jesus, que é Deus com o Pai e o Espírito Santo, se humanizou para nos salvar. Abriu mão de sua divindade, tornou-se igual a todos nós com exceção do pecado, para que pudéssemos voltar à amizade com Deus Pai. Por isso a Sua cruz é importante para nós.

No próximo dia 11 de setembro em que celebraremos a Exaltação da Santa Cruz, peçamos a Jesus com fé, que Ele cure os nossos males. Amém!

(Pe. Eduardo Dougherty, sj)

sexta-feira, 26 de agosto de 2016

Jesus ouve a nossa oração


A oração dirigida a Jesus é ouvida por Ele já durante seu ministério, por meios dos sinais que antecipam o poder de sua Morte e Ressurreição: Jesus ouve a oração de fé, expressa em palavras (o leproso, Jairo, a Cananéia, o bom ladrão), ou em silêncio (os carregadores do paralítico, a hemorroíssa que lhe toca as vestes, as lágrimas e o perfume da pecadora).

Quer na cura das enfermidades, quer na remissão dos pecados, Jesus responde sempre à oração que implora com fé: "Vai em paz, tua fé te salvou!"

Santo Agostinho resume as três dimensões da oração de Jesus: "Ele ora por nós como nosso sacerdote, ora em nós como nossa cabeça, e a Ele sobe nossa oração como ao nosso Deus".

Deus sempre ouve as nossas orações? Jesus disse: "Tudo o que pedirdes com fé, na oração, vós o alcançareis" (Mt 21, 22). No entanto essa afirmação parece um tanto inadequada, visto que nem tudo o que se pede a Deus, Ele concede. Mas, diante da oração, Deus sempre diz sim. Algumas vezes Ele diz: "Sim, já!" E a graça acontece logo. Outras vezes, diz: "Sim, mas não agora! Vou lhe dar no tempo certo".  Em outra oportunidade, diz: "Sim, mas não o que você pede! Vou lhe dar algo melhor, porque o que você está pedindo não é bom, vai te prejudicar". Deus concede aquilo que é necessário para a pessoa, talvez não exatamente o que ela está pedindo.

Não existe oração "fraca". A oração é sempre "poderosa", porque ela significa relacionamento com Deus que é todo poderoso. No entanto, a eficácia da oração depende do estado de espírito da pessoa que reza, da fé que ela tem em Deus e da confiança na providência divina.

(Pe. Francisco Sehenem, scj)

quarta-feira, 17 de agosto de 2016

Que dia é hoje?

 
Hoje é o dia de escutar o silêncio,
vê-lo no voo das gaivotas,
mergulhando na liberdade do mar.

Hoje é o dia de fazer alguém feliz,
mesmo que esse alguém seja você.

Hoje é dia de contemplar os cumes
e dar mais um passo em busca do Sagrado.
.

terça-feira, 16 de agosto de 2016

Nossa Senhora da Assunção


No dia 16 de agosto celebramos Nossa Senhora Assunta ao céu, em corpo e alma, ao término de sua vida na terra, estimada aos 72 anos de idade.

Este Dogma, proclamado pelo Papa Pio XII, em 01/11/1950, é uma consequência lógica do que aconteceu a Maria, escolhida por Deus para ser a Mãe do Salvador: ela foi concebida sem pecado original, nunca pecou e permaneceu sempre virgem.

Sabendo que a morte não foi criada por Deus, mas que entrou no mundo por causa do pecado do homem, Maria, que nunca manchou sua alma não merecia experimentar a morte e suas consequências.

Assim, nas palavras do Papa Pio XII, "a Imaculada Mãe de Deus, terminado o curso da vida terrestre, foi assunta em corpo e alma à glória celestial. Maria, desde toda a eternidade, unida misteriosamente a Jesus Cristo, obteve, como ele, pleno triunfo sobre o pecado e alcançou ser guardada imune da corrupção do sepulcro, como suprema coroa dos seus privilégios. Assim, uma vez elevada em corpo e alma à glória celeste, refulge à direita do seu Filho, o imortal rei dos séculos".

O dogma da Assunção é recente, mas essa devoção existe desde os primeiros séculos da Igreja.

Invoquemos Nossa Senhora Assunta ao céu, para que Ela continue abençoando a humanidade que a Ela recorre, com fé e esperança, pedindo a força para lutar contra as ciladas do maligno.

Digamos com a Igreja: "Cremos que, na glória onde reinais, revestida do sol e coroada de estrelas, sois, depois de Jesus, a alegria e o júbilo de todos os anjos e santos. E, nós, da terra onde somos peregrinos, confortados pela fé na ressurreição, volvemos nossos olhos para vós, nossa vida, doçura e esperança".

Com a certeza do amparo de Maria sairemos vitoriosos e seremos acolhidos por ela no céu. 

Fonte: Revista Brasil Cristão - Texto: Pe. Guido Mottinelli

sábado, 13 de agosto de 2016

Qual é o mais importante?

 

Qual é o dia mais importante?
Hoje.

Qual é a hora mais importante?
Agora.

Qual é o lugar mais importante?
Aqui.

Qual é a pessoa mais importante?
Aquela que está na sua frente.

.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Décimo Mandamento


"Não cobiçar as coisas alheias" (Ex 20, 17). Este mandamento tem como suporte a regra do amor. Quem ama o próximo não quererá apropriar-se de seus bens: eis a mística deste mandamento. Porque o coração humano é desejoso de possuir e de se apropriar dos bens materiais, desordenada e até injustamente.

Deus Pai nos exorta a que tenhamos cuidado e saibamos vencer a tentação da cobiça, do desejo desordenado de se apropriar dos bens alheios.

Dentro do coração humano existe a tentação do possuir os bens materiais. É uma tentação tão forte que é capaz de dominar a vontade das pessoas, que passam a ser escravas dessa tendência, capazes de usar todos os expedientes para se apropriar dos bens alheios. Não é uma tentação ausente nos ricos, pelo contrário, aqueles que possuem muitos bens, querem tê-los sempre mais.

Este mandamento denuncia a ambição desregrada de bens materiais, a inveja por causa dos bens alheios, o apego desordenado a posses materiais, as negociatas e jogadas de toda espécie para enriquecer-se ou possuir desonestamente.

Este mandamento proíbe a ambição desregrada. A inveja é a tristeza sentida diante do bem de outrem e o desejo imoderado de dele se apropriar; é um vício capital. O batizado combate a inveja pela benevolência, a humildade e abandono nas mãos da Providência Divina.

Os fiéis de Cristo "crucificaram a carne com suas paixões e concupiscências" (Gl 5, 24); são conduzidos pelo Espírito e seguem seus desejos.

O desapego das riquezas é necessário para entrar no Reino dos Céus. "Bem-aventurados os pobres de coração". Eis o verdadeiro desejo do homem: "Quero ver a Deus".

Pe. Alírio J. Pedrini, scj
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