terça-feira, 24 de abril de 2012

Agenda de hoje:


"Ideal é a vida sempre em doação. O amor sincero é o amor cristão."
(Frei Anísio Freire)

segunda-feira, 23 de abril de 2012

Utopia

Assista o vídeo e ouça, além da música, uma bela reflexão com o Padre Zezinho.



Das muitas coisas do meu tempo de criança
Guardo vivo na lembrança o aconchego de meu lar
No fim da tarde quando tudo se aquietava
A família se ajeitava lá no alpendre a conversar

Meus pais não tinham nem escola, nem dinheiro
Todo dia, o ano inteiro, trabalhavam sem parar
Faltava tudo, mas a gente nem ligava
O importante não faltava, seu sorriso, seu olhar

Eu tantas vezes vi meu pai chegar cansado
Mas aquilo era sagrado, um por um ele afagava
E perguntava: quem fizera estrepolia
E mamãe nos defendia, tudo aos poucos se ajeitava

O sol se punha, a viola alguém trazia
Todo mundo então pedia pro papai cantar com a gente
Desafinado, meio rouco e voz cansada
Ele cantava mil toadas, seu olhar ao sol poente

Passou o tempo, hoje eu vejo a maravilha
De se ter uma família quando muitos não a tem
Agora falam do desquite ou do divórcio
O amor virou consórcio, compromisso de ninguém

E há tantos filhos que bem mais do que um palácio
Gostariam de um abraço e do carinho entre seus pais
Se os pais amassem, o divórcio não viria
Chamam a isso de utopia,
Eu a isso chamo paz.
(Pe. Zezinho)
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sexta-feira, 20 de abril de 2012

Olhe para cima


Se você colocar um falcão em um cercado de um metro quadrado e inteiramente aberto por cima, o pássaro, apesar de sua habilidade para o vôo, será um prisioneiro. A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.

O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso complemente plano, tudo que ele conseguirá fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar.

Um zangão, se cair em um pote aberto, ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente, de tanto se atirar contra o fundo do vidro.

Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceber que a saída está logo acima.

Se você está como um zangão, um morcego ou um falcão, cercado de problemas por todos os lados, olhe para cima. E lá estará DEUS, a ajudá-lo.

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terça-feira, 17 de abril de 2012

Notas musicais


Cada instante, cada minuto, cada dia na vida é mais uma nota musical na pauta da nossa história pessoal.

Que o Senhor da vida, maestro supremo, nos faça humildes instrumentos de paz e de bem para cantarmos e agradecermos juntos as maravilhas que Ele realiza em nós, constantemente.

Vale a pena caprichar para construirmos um Brasil mais solidário e bem afinado na partitura da justiça e da fraternidade.

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domingo, 15 de abril de 2012

Domingo da Misericórdia Divina

2º Domingo da Páscoa ou Domingo da Misericórdia Divina

Neste dia comemoramos o Domingo da Misericórdia ou 2º Domingo da Páscoa ou Domingo da Oitava da Páscoa. É também chamado de Domingo de Oitava da Páscoa, porque a Páscoa é comemorada durante oito dias como se fosse um dia só, tamanha é a alegria da Igreja pela ressurreição do Senhor.



“No dia 22 de fevereiro de 1931, Ir. Maria Faustina Kowalska, apóstola e mensageira da Misericórdia Divina, recebeu o seguinte pedido de Jesus:
” Pinta uma Imagem de acordo com o modelo que estás vendo, com a inscrição: Jesus, eu confio em Vós” (Diário, 47).
Quero que essa Imagem (…) seja benta solenemente no primeiro domingo depois da Páscoa, e esse Domingo deve ser a Festa da Misericórdia” (Diário, 49).

O conteúdo desta Imagem está intimamente ligado à Liturgia do segundo Domingo da Páscoa. Com efeito, o Evangelho desse Domingo narra a aparição de Jesus ressuscitado no Cenáculo e a instituição do Sacramento da Reconciliação (cf. Jo 20, 19-29). Esta união está ainda sublinhada pela Novena, com o Terço da Misericórdia Divina, começando na Sexta-Feira Santa.

A Imagem representa Jesus Ressuscitado trazendo a nós a paz pela remissão dos pecados, pelo preço da Sua Paixão e Morte na Cruz. Os raios do Sangue e da Água que brotam do Coração (invisível na Imagem), transpassado por uma lança, e as cicatrizes das chagas da crucifixão relembram os acontecimentos da Sexta-Feira Santa (Jo 19, 17-18. 33-37). A Imagem de Jesus Misericordioso une, então, estes dois acontecimentos evangélicos que mais plenamente falam sobre o amor de Deus para com o ser humano.

Essa Imagem, além de apresentar a Misericórdia Divina, constitui também um sinal para recordar o dever cristão da confiança em Deus misericordioso e de um amor concreto ao próximo.

Com providencial solicitude pastoral, acolhendo o desejo de fiéis do mundo inteiro de exaltar a Misericórdia Divina, e movido pela ternura do Pai das Misericórdias, o Santo Padre, o Papa João Paulo II estabeleceu que no Missal Romano, depois do título “Segundo Domingo da Páscoa”, fosse acrescentado “ou da Misericórdia Divina”.

O Santo Padre estabeleceu ainda que o Domingo da Misericórdia Divina seja enriquecido com a Indulgência plenária nas habituais condições (confissão sacramental, comunhão eucarística e orações segundo a intenção do Sumo Pontífice), concedendo ao fiel que, no segundo Domingo da Páscoa, ou seja, da “Misericórdia Divina”, em qualquer igreja ou oratório, livre de todo pecado, também venial, participe nas práticas de piedade em honra da Misericórdia Divina, ou pelo menos recite, na presença do Santíssimo Sacramento da Eucaristia, publicamente exposto ou guardado no Tabernáculo, o Pai nosso e o Credo, juntamente com uma invocação piedosa ao Senhor Jesus Misericordioso (por exemplo: Ó Jesus Misericordioso, eu confio em vós”).

Concede-se a Indulgência parcial ao fiel que, pelo menos com o coração contrito, eleve ao Senhor Jesus Misericordioso uma das invocações piedosas legitimamente aprovadas (Decreto “Misericors et miserator”, 5 de maio de 2000).

Doravante a celebração do “Domingo da Misericórdia Divina” terá a finalidade de inculcar no coração dos fiéis a confiança total na Misericórdia Divina.

Cristo encarna e personifica a Misericórdia Divina, pois a Encarnação do Verbo não é somente obra da caridade de Deus (cf. Jo 3, 16), mas também revelação máxima da Misericórdia Divina feita pessoa (cf. DM, 2).

O essencial do culto da Misericórdia de Deus consiste na atitude cristã de total confiança em Deus e no amor efetivo ao próximo. Mais do que muitas palavras devemos cultivar uma confiança inabalável em Deus misericordioso e tornar-nos cada vez mais misericordiosos e solidários, sobretudo para com os mais desprotegidos…

Se o amor é a essência e a natureza de Deus, também nós, imagens tão semelhantes de Deus, somos chamados a nos tornar misericordiosos como o Pai é misericordioso (cf. Lc 6, 36).

Por isso, a Misericórdia é a bem-aventurança do discípulo e discípula de Jesus: “Felizes os misericordiosos, porque alcançarão misericórdia” (Mt 5, 7)

Fonte: site "Canto da Paz"

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sábado, 14 de abril de 2012

Fé confiante

"Somente quem vê
as mãos de Deus em todas as coisas,
pode colocar todas as coisas
em suas mãos!"


Confia no SENHOR e faze o bem; habitarás na terra
e verdadeiramente serás alimentado.
Agrada-te também do SENHOR,
e Ele te concederá os desejos do teu coração.
Entrega o teu caminho ao SENHOR,
confia Nele, e o mais Ele fará.

(Salmo 37.3-5)
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sexta-feira, 6 de abril de 2012

Sexta-feira da Paixão


Ele desceu à mansão dos mortos,
mas a morte não o venceu,
pelo contrário,
Ele venceu a morte para que tenhamos
uma vida nova por meio d'Ele.

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