segunda-feira, 20 de janeiro de 2014

Milagre de Lanciano

 
"Fazei isto em memória de mim"

O milagre exige uma postura de fé. Assumimos o fato em nossa vida ou ficamos à mercê dos comentários dos menos entendidos, que reprovam toda manifestação de fé, considerando-a uma ato de alienação e imprudência diante do sagrado. infelizmente há quem pense assim diante do inexplicável.

O Milagre Eucarístico de Lanciano mostra-nos uma atitude de descrença de um monge enquanto presidia a Santa Missa. No momento da Consagração, o pão se tornou Carne e o vinho se tornou Sangue de Jesus. Esta é a base central que causa furor entre os críticos da nossa Igreja, que tentem, de todas as maneiras, provar que acreditamos no inacreditável.

O que se sabe é que a ciência se cala diante de tal fato, depois de uma série de exames para comprovar que a Carne e o Sangue são verdadeiros.

Não nos cabe teorizar sobre a questão achando que podemos dar mais uma contribuição, o que a ciência e a religião já fizeram. Cabe-nos viver a nossa fé diante do Santíssimo Sacramento, como prova fiel da presença de Jesus na Eucaristia.

Memória. Esta é a palavra. Jesus nos pediu insistentemente, na última ceia, para fazermos memória da sua participação em nossa vida quando quisermos. Por isso, nos deixou o seu memorial: "Fazei isto em memória de mim". É o que assumimos na Santa Missa.

Tomando como referência estas palavras de Jesus, é importante que o cristão católico faça memória de que o milagre de Lanciano acontece todas as vezes em que o pão e o vinho são consagrados, e sempre que comungamos. O que eu comungo hoje é a hóstia transformada no Corpo de Cristo.

Não precisamos ir a Lanciano, na Itália, para entender isso. Lanciano está presente onde a Eucaristia acontece. Ele é o convite pleno para que os crentes e os não-crentes adiram ao projeto de Deus Pai: salvar a humanidade.

Lanciano é um ato de fé. Nossa vida é um ato de fé. Nossas conquistas são um ato de fé. Lanciano é tão verdadeiro como o amor de Deus por nós.

(Pe. Air José Mendonça)

domingo, 12 de janeiro de 2014

Deixe Jesus entrar

Encontrando a porta aberta,
quando vem a nós,
Jesus vai fundo,
leva longe,
transforma,
transfere,
transfigura.
(Pe. Caetano de Vasconcelos)


domingo, 5 de janeiro de 2014

Motivação


A famosa artista de Hollywood visitava a Europa, em viagem de turismo. Como lhe sobravam tempo e dinheiro, resolveu concretizar o maior sonho de sua vida. E deslocou-se até a lendária África, que ela sempre desejara conhecer. Entre outros locais, foi ver um leprosário famoso.

Acostumada aos requintes de hotéis luxuosos e estúdios festivamente iluminados, quase desmaiou em meio à paisagem humana que seus olhos contemplavam. centenas de homens, mulheres, crianças e jovens... mutilados. Criaturas em decadência. Um quadro terrível.

Depois de percorrer enfermarias e corredores, vivamente impressionada, a turista famosa desabafou com uma das irmãs enfermeiras:

- Irmã, nem por cinco mil dólares semanais, eu trabalharia neste leprosário deprimente...

Um grande sorriso iluminou o rosto da religiosa que disse:

- Fosse apenas por dinheiro, eu também não trabalharia, um dia sequer, neste hospital...


Lição: inquestionavelmente, algo bem mais profundo motivava o trabalho daquela irmã, num leprosário, em pleno coração da África.


quarta-feira, 1 de janeiro de 2014

Maria, Mãe de Deus

No primeiro dia do ano, o calendário dos Santos da Igreja Católica se abre com a Solenidade de Maria, Mãe de Deus. Soma-se a essa comemoração, o Dia Universal da Paz. E ninguém mais poderia encarnar os ideais de paz, amor e solidariedade do que ela, que foi onde Deus fecundou seu amor pelos filhos e de cujo ventre nasceu aquele que personificou a união ente os homens e o amor ao próximo, o Cristo. Celebrar Maria, Mãe de Deus, é celebrar O nosso Salvador. Dia da Paz, dia da Mãe Santíssima. Nos tempos sofridos e sangrentos em que vivemos, um dia de reflexão e esperança. 



~ Das pregações de João Paulo II ~

O que posso desejar a vocês amigos cristãos a não ser que sempre escutem estas palavras de Maria: "Façam tudo o que Ele lhes disser" (Jo 2,5) ?

Aceitem de coração estas palavras porque brotaram do coração, do coração da Mãe.

A Igreja canta a sua Mãe, aquela que teve a felicidade de levar em seu ventre, sob seu coração e, mais tarde, nos seus braços, o Filho de Deus e nosso Salvador. A última vez que o teve em seus braços foi quando o depuseram da Cruz, no Calvário. Sob seus olhos, o envolveram na mortalha e o levaram ao sepulcro. Sob os olhos da Mãe.

Graças ao poder do Altíssimo, e por obra do Espírito Santo, Maria se torna Mãe do Filho de Deus, embora permanecendo virgem. A missão do Filho começa no seu seio, debaixo do seu coração.


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