sexta-feira, 25 de setembro de 2015

A grandeza do silêncio


O silêncio é doçura:
Quando não respondes às ofensas;
Quando não reclamas os teus direitos;
Quando deixas à Deus a defesa da tua honra.

O silêncio é misericórdia:
Quando te calas diante das faltas de teus irmãos;
Quando perdoas sem remoer o passado;
Quando não condenas, mas intercedes em segredo.

O silêncio é paciência:
Quando sofres sem te lamentares;
Quando não procuras consolação nas pessoas;
Quando esperas que a semente germine lentamente.

O silêncio é humildade:
Quando te apagas para deixar aparecer teu irmão;
Quando, na discrição, revelas dons de Deus;
Quando suportas que tuas ações sejam mal interpretadas;
Quando deixas aos outros a glória da obra inacabada.

O silêncio é fé:
Quando sabes que é Ele quem age;
Quando renuncias às vozes do mundo e permaneces na Sua presença;
Quando te basta só Ele.

quarta-feira, 23 de setembro de 2015

Reconhecimento a Deus

O hino de louvor a Deus apresentado abaixo foi composto por São Francisco de Assis, dois anos antes de sua morte. O manuscrito original se conserva no Convento de Assis, na Itália:


"Vós sois o santo Senhor e Deus único, que operais maravilhas.
Vós sois o Forte.
Vós sois o Grande.
Vós sois o Altíssimo.
Vós sois o Rei onipotente, santo Pai, Rei do Céu e da Terra.
Vós sois o Trino e Uno, Senhor e Deus, Bem universal.
Vós sois o Bem, o Bem universal, o sumo Bem, Senhor e Deus, vivo e verdadeiro.
Vós sois a delícia do amor.
Vós sois a Sabedoria.
Vós sois a Humildade.
Vós sois a Paciência.
Vós sois a Segurança.
Vós sois o Descanso.
Vós sois a Alegria e o Júbilo.
Vós sois a Justiça e a Temperança.
Vós sois a Plenitude da Riqueza.
Vós sois a Beleza.
Vós sois a Mansidão.
Vós sois o Protetor.
Vós sois o Guarda e o Defensor.
Vós sois a Fortaleza.
Vós sois o Alívio.
Vós sois nossa Esperança.
Vós sois nossa Fé.
Vós sois nossa inefável Doçura.
Vós sois nossa eterna Vida, ó grande
e maravilhoso Deus, Senhor Onipotente, misericordioso Redentor".

Fonte: Arautos do Evangelho

domingo, 20 de setembro de 2015

Olhar de contemplação

 
Para interpretar a Palavra de Deus, o cérebro é menos decisivo que o coração. É preciso ter um profundo olhar de contemplação para atingir as riquezas imensas, inesgotáveis, que brilham e rebrilham na Sagrada Escritura.

O olhar de contemplação - que reclama fé, esperança, abertura de espírito, coração de criança - tem antenas mais poderosas que uma torre de rádio ou televisão. Capta sutilezas que um telescópio não atinge. Percebe gestos de misericórdia e amor, onde o computador eletrônico, a ciência e a psicanálise não chegam.

Na internet do Reino de Deus, só navegam bem os humildes e pequeninos, já nos lembrava Jesus, na Palestina.

sábado, 19 de setembro de 2015

Fraternidade sim, violência não



Não é fácil falar de não-violência. Não poderia ser definida pela simples recusa da violência. Não se reduz a uma estratégia ou a técnicas.

A não-violência é um espírito que fortalece toda a sua seiva nas Bem-aventuranças do Sermão da Montanha. Ela é a respiração do coração e dá testemunho de fé na vitória do amor.

Diante de todas as provocações brutais ou dissimuladas, o não-violento mobiliza as forças do espírito. Pelo esquecimento de si, lembra o vínculo da fraternidade que o adversário despreza ao pensar somente em si mesmo.

A não-violência está, sobretudo, no coração. trata-se de examinar o coração do homem, lá onde a violência é ratificada, reconhecida como fatal.

A não-violência está, sobretudo, no coração. Um coração que reconhece seu próprio pecado não cessa de se purificar pela oração, a única arma capaz de extirpar a violência.

quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Quem é o Espírito Santo?


O dogma da Igreja Católica sobre a Santíssima Trindade - Pai, Filho e Espírito Santo - é um grande mistério de fé. E, para conhecer melhor o Deus trino, temos algumas definições sobre cada uma das Três Pessoas, que nos ajudam em nossa caminhada espiritual.

A crença na Santíssima Trindade inclui o conceito de "Deus, Espírito Santo", juntamente com "Deus Pai" e "Deus Filho, Jesus Cristo"

O Espírito Santo é pessoalmente e totalmente Deus, co-igual e co-eterno com o Pai e o Filho. Mas é diferente do Pai e do Filho, e procede do Pai e do Filho.

O Espírito Santo possui funções específicas na vida da Igreja e dos cristãos:

* Condena o pecado: o Espírito Santo atua para nos convencer de que somos pecadores e nos mostra os nossos atos pecaminosos.

* Conversão: é a ação do Espírito Santo que nos converte à fé cristã. É quando "nascemos novamente" no Espírito. 

* Vida Cristã: o Espírito Santo habita em nosso coração e nos habilita a levar uma vida correta e de fé.

* Consolador: o Espírito Santo intercede, consola e age como nosso advogado nos momentos de atribulação.

* Inspira e interpreta as Escrituras: o Espírito Santo inspirou os autores bíblicos e "interpreta" a Palavra de Deus para a Igreja e para os cristãos.

A cada mês falaremos mais sobre o Espírito Santo e seus Dons:
(clique sobre cada dom para saber mais sobre ele)



Fonte: Revista Brasil Cristão - Texto: Cássio Abreu

terça-feira, 15 de setembro de 2015

Se crês, a paz virá

 
Se crês ser um sorriso mais forte que uma arma;
Se crês ser o que une os homens mais importante que aquilo que os divide;
Se crês ser que ser diferente é uma riqueza e não um perigo;
Se sabes fitar o outro com um pouquinho de amor;
Se sabes preferir a esperança à suspeita;
Se julgas caber a ti e não ao outro dar o primeiro passo;
Se o olhar de uma criança consegue desarmar teu coração;
Se podes te alegrar com a alegria do teu vizinho;
Se a injustiça que fere os outros te revolta tanto quanto a que sofres;
Se o estrangeiro é para ti um irmão que te é proposto;
Se sabes dar gratuitamente, por amor, um pouco do teu tempo;
Se sabes aceitar o serviço prestado por outro;
Se partilhas teu pão e sabes a ele acrescentar um pedaço do teu coração;
Se crês que o perdão vai mais longe que a vingança;
Se sabes cantar a felicidade dos outros e dançar sua alegria;
Se podes escutar o infeliz que te leva a perder tempo e guardar-lhe teu sorriso;
Se sabes aceitar a crítica e dela tirar proveito sem reenviá-la e te defender;
Se sabes acolher e adotar uma opinião diferente da tua;
Se recusas a bater a culpa no peito dos outros;
Se o outro te é, antes de tudo, um irmão;
Se considerares a cólera uma fraqueza e não prova de força;
Se preferes ser lesado que prejudicar alguém;
Se te colocas ao lado do pobre e oprimido sem te tomares por herói;
Se crês que o amor é a única força de discussão;
Se crês que a paz é possível
... então a paz virá!


Fonte: Mensageiro do Coração de Jesus

sábado, 12 de setembro de 2015

Apesar de tudo, ela ainda vive


Geração sucede geração, mas a Bíblia ainda vive.
Nações surgem e desaparecem, mas a Bíblia ainda vive.
Reis e governantes vem e vão, mas a Bíblia ainda vive.
Rasgada, condenada e queimada, a Bíblia ainda vive.
Odiada e desprezada, a Bíblia ainda vive.
Contestada pelos ateus, a Bíblia ainda vive.
Exagerada pelos fanáticos, a Bíblia ainda vive.
Mal-interpretada e mal-anunciada por muitos, a Bíblia ainda vive.

Ainda vive
como lâmpada para nossos pés,
como luz para o nosso caminho,
como porta do céu para todos os que creem,
como ideal para as crianças,
como guia para a juventude,
como inspiração para os adultos,
como conforto para a velhice,
como pão para o faminto,
como água para o sedento,
como descanso para o fatigado,
como graça para o cristão,
como salvação para o pecador.

Quem a conhece procura amá-la.
Quem a ama procura aceitá-la.
Quem a aceita encontra Jesus.
E recebe a vida eterna.

Fonte: Jornal Missão Jovem

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Raízes no Evangelho


Somente a comunhão e a participação efetivas,
enraizadas no Evangelho,
conseguirão criar esse mundo melhor
com o qual todos sonhamos,
onde haja um digno lugar ao sol para todos,
sob as bênçãos de Deus.

Fonte: Revista "O Mensageiro"

terça-feira, 8 de setembro de 2015

Natividade de Nossa Senhora

“O começo da salvação da humanidade”


A Igreja celebra o nascimento de Nossa Senhora no dia 08 de setembro, nove meses após a sua Imaculada Conceição, em 08 de dezembro.

Essa festa teve origem em Jerusalém, no século V, como festa da Basílica de Santa Ana, a mãe de Nossa Senhora. No século VII passou a constar no calendário litúrgico.

Segundo o Evangelho Apócrifo (não oficial) de São Tiago, os pais de Maria, Joaquim e Ana, já eram idosos e estéreis. Mas Deus ouviu as suas orações. Eles viviam em Jerusalém, onde hoje se localiza a Basílica de Santa Ana.

O nascimento de Maria foi em um sábado, 08 de setembro do ano 20 a.C.. Ela recebeu o nome de Miriam, que me hebraico significa “Senhora da Luz” e foi traduzido para o latim como Maria. Ela foi oferecida no Templo de Jerusalém aos três anos, onde permaneceu até os doze, realizando alguns trabalhos.

Nenhum acontecimento extraordinário acompanhou o nascimento de Maria: nenhuma profecia, nem aparições de anjos. Os Evangelhos não dizem nada a respeito, porém São João Damasceno afirmou que o nascimento de Maria, a partir de uma mãe estéril, já foi um sinal das bênçãos especiais que Ela recebeu. Disse São João: “Hoje é o começo da salvação do mundo, porque nos foi gerada a Mãe de Deus, através de quem o Cordeiro de Deus, que tira o pecado do mundo, nos foi gerado”.
 
A Igreja ensina que Maria foi concebida de modo natural, mas que foi preservada miraculosamente do pecado original para ser a Mãe de Jesus Cristo. Essa concepção é chamada de Imaculada Conceição, dogma proclamado em 1854 pelo Papa Pio IX e confirmado pela própria Mãe de Deus, em 1858, em sua aparição à Santa Bernardette Soubirous, em Lourdes, na França. Em uma das aparições à Bernardette, Maria afirmou: “Eu sou a Imaculada Conceição”.

Fonte: Revista Brasil Cristão
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