segunda-feira, 11 de abril de 2016

Sexto Mandamento


Deus é criador. O homem e a mulher são procriadores do ser humano, com Deus. E, para que se realize esse plano divino da procriação, Deus criou o masculino e o feminino e lhes deu os órgãos genitais, necessários para a procriação. Daqui se deduz a grandeza, a santidade, a importância e a beleza da sexualidade e da genitalidade humanas e, ao mesmo tempo, a finalidade do seu uso, dentro do plano da procriação e união do casal.

A mística deste mandamento está na maravilha do amor de Deus, que deu ao homem e à mulher o dom de gerar vidas.

Portanto, todo uso fora do contexto da procriação e união do casal, contexto que inclui a comunhão de amor manifestada permanentemente dentro do casamento abençoado, torna-se abuso e pecado contra a castidade.

Só na ótica do amor é possível perceber a grandeza e a santidade da sexualidade e da genitalidade, bem como das relações sexuais santificadas pelo sacramento do matrimônio.

A convicção da santidade e da genitalidade faz com que os casais evitem todas as tentações que chamam para práticas desnaturadas, depravadas e viciosas.

As relações sexuais normais, naturais, abençoadas pelo sacramento do matrimônio, incluem todas aquelas intimidades físicas e sentimentais que preparam o ato conjugal ou que o complementam. Essas relações, bem conduzidas, têm o condão de aprofundar os laços de amor, de curar feridas de desamor, de acalmar a tendência natural para a busca do prazer unicamente genital.

(Pe. Alírio J. Pedrini, scj)

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